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Psicologia das cores: aprenda como usá-las

Publicado por focs em 14/06/2015 às 15h44

psicología

 

Por ser a arquitetura uma arte visual, é de suma importância que os arquitetos tenham conhecimento sobre a psicologia das cores já que não se trata apenas de projetar e desenhar espaços, mas também fazer com que estes espaços possam transmitir às pessoas que o frequentarem e utilizarem sensações e emoções que tornem esta experência mais agraável.

Como dentro do mundo da arquitetura existem diferentes gêneros, este artigo estará focado em projetos residenciais. Iniciaremos falando das cores primárias e as emoções a elas assoiadas:

Vermelho: esta é a cor da vitalidade, do sangue e do fogo, que representam impulsos. Esta cor tem seu uso recomendado em áreas de trabalho como, por exemplo, uma cozinha.

Amarelo: por séculos, o amarelo tem sido associado ao sol e ao ouro. É a cor mais chamativa de todas, tendo sido cientificamente demonstrado que é a cor que o olho humano detecta mais rapidamente - razão pela qual os táxis de várias cidades ao redor do mundo a utilizam para se distinguir dos demais veículos. Por ser uma cor impulsiva e associada à velocidade, não é muito recomendada para uso residencial já que altera e estimula muito as percepções.

Azul: esta é a cor da paz, do céu e do mar. Pode-se usar esta cor em outra tonalidade em cômodos e salas onde necessita-se induzir paz e tranquilidade.

Por serem as cores primárias muito expressivas fortes, não se recomenda usá-as de uma forma pura em arquitetura. Pode-se combina-las ou tratá-las em matizes com tonalidades mais suaves, em cores frias e quentes.

Cores frias: as cores frias podem representar frescura, descanso e paz, e é recomendável usá-las em áreas íntimas da casa, como quartos e banheiros, sempre em matizes mais claras e harmonizando com outras tonalidades ou contrastando com cores de tons arenosos.

Cores quentes: as cores quentes representam hospitalidade e estabilidade, bem como poder e atividade. Em áreas sociais - como salas ou varandas, podem-se usar as cores quentes em tonalidades mais suaves, enquanto que em áreas de trabalho devem-se usar em tonalidades mais intensas para estimular as percepções e sentidos.

Fonte: Arquinetpolis

Categoria: Arquitetura e Construção, Sociedade
Tags: arquitetura, construção sustentável

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